01_ A robustez do mercado interno e o potencial de crescimento do setor de seguros e previdência apontam um cenário promissor para os próximos anos, mesmo que marcado pelo aumento da competição

Saúde e Odontológico Aquisição da Dental PLAN, lançamento de produtos e ampliação da certificação digital. + Saiba Mais
Automóveis Aumento da capilaridade, novos produtos e melhorias em precificação e gestão de sinistros. + Saiba Mais
Ramos Elementares Aprimoramento da política de aceitação de riscos e lançamento de novos produtos. + Saiba Mais
Pessoas (Vida e Previdência) Lançamento do Portal "Previdência Sem Blá Blá Blá" e adoção de novas tábuas atuariais. + Saiba Mais
Gestão de Ativos R$ 19,6 bilhões de ativos sob gestão, com classificação AMP-1 Muito Forte da S&P. + Saiba Mais

Continuidade e otimismo

Taxa de Crescimento Nominal (%)

O desenvolvimento econômico que o Brasil tem vivido nos últimos anos, aliado às expectativas favoráveis para o futuro do País, indica que a indústria de seguros e previdência deve continuar a trajetória positiva apresentada recentemente.

A estabilidade econômica cria condições favoráveis para a formalização de setores da economia e de empresas e, consequentemente, para a criação de novos empregos. O crescimento da economia, o aumento de renda da população e a facilidade de acesso ao crédito se refletem na comercialização de produtos voltados para benefícios – Saúde e Odontológico, Vida e Previdência –, e também para Automóveis e demais ramos elementares.

O setor de seguros tem um significativo potencial a ser desenvolvido, uma vez que o grau de penetração dessa indústria no Brasil é pequeno. O mercado brasileiro de seguros é extremamente competitivo, onde atuam companhias associadas com instituições bancárias nacionais e subsidiárias locais de conglomerados de seguros internacionais. Tal como observado em outros países, essa indústria vem passando por um processo de consolidação.

Segundo dados do Sigma Report de 2010, quando comparam-se em valor absoluto os prêmios de seguros ao PIB, indicador chamado de penetração de prêmios de seguros na economia, a taxa do mercado brasileiro é de 3%. Nos países desenvolvidos, essa taxa alcança o patamar de 10% (EUA, 8%; Reino Unido, 11,9%; e Holanda, 13,1%). Em comparação aos outros países que compõem o chamado BRIC, o Brasil fica acima da Rússia, 2,3%, e atrás da ?ndia e da China, onde os prêmios de seguros representam 4,7% e 3,8% do PIB, respectivamente.

No Brasil, o mercado de seguros e previdência privada está sujeito a uma regulamentação abrangente, de responsabilidade do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Já os segmentos de seguro Saúde e Odontológico são regulados pela Agência Nacional da Saúde Suplementar (ANS), que está sob a jurisdição do Ministério da Saúde.

Segundo dados mais recentes publicados pela ANS, relativos a setembro de 2011, os planos privados de saúde englobaram 47,2 milhões de segurados, 5,4% acima do número registrado em setembro de 2010. A receita do mercado de saúde suplementar foi de R$ 52,1 bilhões entre janeiro e setembro de 2011, com crescimento de 14,5% em relação ao mesmo período de 2010. Os seguros de automóveis são os que mais crescem no Brasil devido ao aumento do volume de compras de automóveis decorrente da facilidade de crédito e dos subsídios criados pelo governo, como a isenção de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O mercado de seguros de automóveis apresentou incremento de 7,0% em 2011 frente ao ano de 2010.

Conheça mais em O Mercado de Seguros

topo