01_ Dois momentos distintos marcaram o cenário econômico brasileiro em 2011, com crescimento no primeiro semestre e desaceleração no segundo. Para os próximos anos, a perspectiva é positiva, ainda sob pressão da crise internacional

Saúde e Odontológico Aquisição da Dental PLAN, lançamento de produtos e ampliação da certificação digital. + Saiba Mais
Automóveis Aumento da capilaridade, novos produtos e melhorias em precificação e gestão de sinistros. + Saiba Mais
Ramos Elementares Aprimoramento da política de aceitação de riscos e lançamento de novos produtos. + Saiba Mais
Pessoas (Vida e Previdência) Lançamento do Portal "Previdência Sem Blá Blá Blá" e adoção de novas tábuas atuariais. + Saiba Mais
Gestão de Ativos R$ 19,6 bilhões de ativos sob gestão, com classificação AMP-1 Muito Forte da S&P. + Saiba Mais

Contexto econômico desafiador

Em 2011, a economia brasileira teve seu comportamento influenciado em parte pela volatilidade que caracterizou o ambiente externo. O Produto Interno Bruto (PIB), após forte recuperação em 2010, perdeu fôlego ao longo do ano e encerrou 2011 com aumento de apenas 2,7%.

Apesar do menor ritmo de crescimento, a ociosidade permaneceu reduzida, permitindo que o mercado registrasse as menores taxas de desemprego na série recente, encerrando o ano em 6,0%. O Banco Central do Brasil (Bacen) iniciou o ano com aperto monetário gradual para conter pressões inflacionárias e elevou a taxa Selic de 10,75% em janeiro para 12,50% em julho. O Bacen flexibilizou a política monetária a partir de agosto, com sucessivos cortes na taxa Selic, que encerrou 2011 em 11,0%.

Para 2012, os riscos da economia global não permitem esperar um desempenho da economia brasileira muito diferente daquele registrado em 2011. O crescimento do PIB, segundo alguns economistas, pode chegar a 3,5% no ano. A tendência de redução da taxa Selic deverá diminuir os resultados financeiros das empresas, exigindo mais disciplina e racionalidade na precificação dos produtos e serviços para manter as margens desejadas.

Já para os próximos anos, a economia nacional deve beneficiar-se, ainda, dos investimentos em infraestrutura previstos no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) e da preparação para os grandes eventos esportivos que serão realizados no Brasil – Copa do Mundo em 2014 e Jogos Olímpicos em 2016.

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