Saúde e Odontológico Aquisição da Dental PLAN, lançamento de produtos e ampliação da certificação digital. + Saiba Mais
Automóveis Aumento da capilaridade, novos produtos e melhorias em precificação e gestão de sinistros. + Saiba Mais
Ramos Elementares Aprimoramento da política de aceitação de riscos e lançamento de novos produtos. + Saiba Mais
Pessoas (Vida e Previdência) Lançamento do Portal "Previdência Sem Blá Blá Blá" e adoção de novas tábuas atuariais. + Saiba Mais
Gestão de Ativos R$ 19,6 bilhões de ativos sob gestão, com classificação AMP-1 Muito Forte da S&P. + Saiba Mais

Sul América S.A. e Controladas
Notas Explicativas ás Demonstrações Financeiras

Em 31 de dezembro de 2011 e 2010 (Em milhares de reais, exceto onde mencionado)

As práticas contábeis descritas a seguir foram aplicadas de maneira consistente em todos os períodos apresentados nas demonstrações financeiras.
(3.1) RESUMO DAS PRÁTICAS CONTÁBEIS
As práticas contábeis mais relevantes adotadas são:

(3.1.1) APURAÇÃO DO RESULTADO
O resultado é apurado pelo regime contábil de competência e considera:
(3.1.2) BALANÇO PATRIMONIAL
(3.2) INSTRUMENTOS FINANCEIROS
(3.2.1) CLASSIFICAÇÃO E MENSURAÇÃO

Os ativos financeiros são classificados e mensurados, conforme descritos a seguir:

a) Títulos e valores mobiliários mensurados ao valor justo por meio do resultado

Os títulos e valores mobiliários adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados são contabilizados pelo valor justo e classificados no ativo circulante. Os rendimentos, as valorizações e desvalorizações sobre esses títulos e valores mobiliários são reconhecidos no resultado.

Em alguns casos, títulos e valores mobiliários são classificados nesta categoria, mesmo que não sejam frequentemente negociados, considerando-se a estratégia de investimentos (vide nota 5.4.2.1 (d)) e de acordo com a gestão de riscos documentada. Trata-se do fair value option.

b) Títulos e valores mobiliários disponíveis para a venda

Os títulos e valores mobiliários que não se enquadram nas categorias “mensurados ao valor justo por meio do resultado”, “empréstimos e recebíveis” ou “mantidos até o vencimento” são contabilizados pelo valor de custo, acrescido dos rendimentos auferidos no período, que são reconhecidos no resultado e ajustados aos correspondentes valores justos. As valorizações e desvalorizações não realizadas financeiramente são reconhecidas em conta específica no patrimônio líquido, líquidas dos correspondentes efeitos tributários e, quando realizadas, são apropriadas ao resultado, em contrapartida da conta específica do patrimônio líquido.

c) Títulos e valores mobiliários mantidos até o vencimento

Os títulos e valores mobiliários para os quais a SulAmérica possui a intenção e a capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento, são contabilizados pelo valor de custo acrescido dos rendimentos auferidos no período, que são reconhecidos no resultado.

d) Empréstimos e recebíveis

Os empréstimos e recebíveis são ativos financeiros representados por prêmios a receber e demais contas a receber, que são mensurados inicialmente pelo valor justo acrescido dos custos das transações. Após o reconhecimento inicial, esses ativos financeiros são mensurados pelo custo amortizado, ajustados, quando aplicável, por reduções ao valor recuperável.

(3.2.2) INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS
São classificados no ativo ou passivo circulante como títulos e valores mobiliários mensurados ao valor justo por meio do resultado, sendo compostos por swaps, opções e contratos futuros. A operação de swap, que tem por objetivo a proteção do montante principal das Senior Notes (vide nota 6.2) é avaliada pelo valor justo de acordo com a metodologia de contabilização de operações de hedge de fluxo de caixa, com o total das valorizações ou desvalorizações efetivas, líquido de seus correspondentes efeitos tributários, contabilizado diretamente na rubrica “Ajustes de Avaliação Patrimonial”, no patrimônio líquido. A efetividade deste hedge está inserida na margem entre 80% e 125%.
(3.2.3) EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS
Os empréstimos e financiamentos estão demonstrados pelo valor de contratação, acrescido dos encargos pactuados, que incluem juros e variação cambial incorridos, líquido dos custos de transação incorridos.

Os empréstimos e financiamentos em moeda estrangeira estão protegidos por instrumentos financeiros derivativos por meio de hedge de fluxo de caixa (vide nota 16.4).

(3.3) INVESTIMENTOS
Reconhecidos inicialmente pelo valor justo, ajustado pela redução ao valor recuperável, combinado com os seguintes aspectos:
(3.4) REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL (IMPAIRMENT)
  • Ativos financeiros (incluindo recebíveis)

    Um ativo financeiro não mensurado pelo valor justo por meio do resultado tem seu valor recuperável avaliado sempre que apresenta indícios de perda.

    Um ativo tem perda no seu valor recuperável se uma evidência objetiva indica que um evento de perda ocorreu após o reconhecimento inicial do ativo, e que aquele evento de perda teve um efeito negativo nos fluxos de caixa futuros projetados que podem ser estimados de uma maneira confiável, tais como: desvalorização significativa e prolongada de instrumentos financeiros reconhecida publicamente pelo mercado, descontinuidade da operação da atividade em que a SulAmérica investiu, tendências históricas da probabilidade de inadimplência, do prazo de recuperação e dos valores de perda incorridos, ajustados para refletir o julgamento da Administração quanto às premissas se as condições econômicas e de crédito atuais são tais que as perdas reais provavelmente serão maiores ou menores que as sugeridas pelas tendências históricas.

  • Ativos não financeiros

    Os valores contábeis dos ativos não financeiros, são revistos no mínimo anualmente para apurar se há indicação de redução ao valor recuperável. No caso de ágio e ativos intangíveis com vida útil indefinida ou ativos intangíveis em desenvolvimento que ainda não estejam disponíveis para uso, o valor recuperável é estimado no mínimo anualmente.

    A redução ao valor recuperável de ativos (Impairment) é determinada quando o valor contábil residual exceder o valor de recuperação, que será o maior valor entre o valor estimado na venda e o seu valor em uso, determinado pelo valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados em decorrência do uso do ativo ou unidade geradora de caixa.
  • (3.5) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL CORRENTE E DIFERIDO
    As provisões para imposto de renda e para contribuição social correntes e diferidos são constituídas pelas alíquotas vigentes na database das demonstrações financeiras.

    A redução ao valor recuperável de créditos tributários de imposto de renda e de contribuição social é estabelecida com base nas expectativas da Administração sobre a realização dos resultados fiscais tributáveis futuros e sobre certas diferenças temporárias, cujas expectativas estão baseadas em orçamentos elaborados e aprovados para o período de 3 a 10 anos.

    (3.6) PASSIVOS CIRCULANTES E NÃO CIRCULANTES DE OPERAÇÕES DE SEGUROS, RESSEGUROS E PREVIDÊNCIA
    Os passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou estimados, acrescidos, quando aplicável, dos respectivos encargos e variações monetárias ou cambiais incorridos até a database das demontrações financeiras.

    (3.6.1) PROVISÕES TÉCNICAS DE CONTRATOS DE SEGUROS, RESSEGUROS E PREVIDÊNCIA
    As provisões técnicas são constituídas de acordo com a regulamentação estabelecida pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) e pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), ajustadas, quando aplicável, pelos seguintes aspectos:

    As provisões técnicas relacionadas aos seguros DPVAT são registradas com base nas informações recebidas da Seguradora Líder dos Consorcios DPVAT S.A.

    (a) PROVISÃO PARA PRÊMIOS NÃO GANHOS (PPNG)

    A PPNG é constituída pelo método pro rata die, tendo como base a divisão dos prêmios pelo número de dias de cobertura total, multiplicados pelo número de dias da cobertura do risco a decorrer, para os contratos de seguros de danos e de pessoas.

    (b) PROVISÃO PARA PRÊMIOS NÃO GANHOS PARA RISCOS VIGENTES MAS NÃO EMITIDOS (PPNG-RVNE)

    A PPNG - RVNE é constituída para apurar a parcela de prêmios ainda não ganhos relativos às apólices ainda não emitidas, cujos riscos já estão vigentes. É calculada a partir da multiplicação da PPNG pelo fator esperado de atraso. O fator esperado de atraso é calculado com base na média ponderada histórica entre a PPNG em atraso e a PPNG emitida, de acordo com a avaliação atuarial anual efetuada na data das demonstrações financeiras, para os contratos de seguro de danos. Para alguns ramos cujas vigências de riscos individuais não ultrapassam o mês seguinte e para o seguro de pessoas, aplica-se e calcula-se o fator de atraso em função do prêmio mensal emitido e não da PPNG, aplicando-se a metodologia acima descrita para o cálculo do fator esperado de atraso.

    (c) PROVISÃO DE RISCOS NÃO EXPIRADOS (PRNE)

    A PRNE é constituída pelo método pro rata die, tendo como base o prêmio de seguro ou a contribuição de previdência líquida de carregamento, divididos pelo número de dias de cobertura total, multiplicado pelo número de dias da cobertura do risco a decorrer, para os contratos de seguros de vida individual e previdência complementar.

    (d) PROVISÃO DE RISCOS NÃO EXPIRADOS PARA RISCOS VIGENTES MAS NÃO EMITIDOS (PRNE-RVNE)

    A PRNE - RVNE é constituída para apurar a parcela de prêmios e de contribuições ainda não ganhos relativos às apólices, contratos e certificados ainda não emitidos cujos riscos já estão vigentes. É calculada a partir da multiplicação do prêmio e da contribuição pelo fator esperado de atraso. O fator esperado de atraso é calculado com base na média ponderada histórica de atrasos de emissão de acordo com a avaliação atuarial efetuada na data das demonstrações financeiras, para os contratos de seguros de vida individual e de previdência complementar.

    (e) PROVISÃO DE SINISTRO A LIQUIDAR (PSL)

    A PSL é constituída para a cobertura dos valores a pagar por sinistros já avisados até a database das demonstrações financeiras, compreendendo:

    (f) PROVISÃO DE SINISTROS A LIQUIDAR E BENEFÍCIOS A REGULARIZAR EM DISPUTA JUDICIAL

    As provisões de sinistros a liquidar e benefícios a regularizar em disputa judicial são reavaliadas periodicamente e contabilizadas com base na opinião do Departamento Jurídico interno, dos consultores legais independentes e da Administração sobre o provável resultado dos processos judiciais, e ainda, com base em fatores específicos obtidos a partir da análise do histórico de pagamentos efetuados no período de 60 meses nos casos encerrados, calculados levando-se em consideração a natureza dos processos judiciais, a respectiva probabilidade de perda do processo, o desembolso financeiro esperado e o grupamento de ramo de seguro envolvido, quando aplicável. Estes fatores foram calculados a partir da análise da relação dos valores despendidos com os processos encerrados por êxito, acordo judicial ou condenação judicial e as suas correspondentes estimativas históricas de exposição ao risco. As provisões são atualizadas mensalmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e por juros de 0,78% ao mês.

    As provisões e os honorários de sucumbência referentes às causas de natureza cível relacionadas às indenizações contratuais de sinistros estão contabilizadas na rubrica “Provisões Técnicas - Seguros”, no passivo circulante e no passivo não circulante. Os correspondentes depósitos judiciais estão contabilizados na rubrica “Depósitos Judiciais e Fiscais” no ativo não circulante, e são atualizados monetariamente pela Taxa Referencial (TR) e juros de 6% ao ano, conforme legislação vigente.

    (g) PROVISÃO DE BENEFÍCIOS A REGULARIZAR (PBAR)

    A PBAR relativa aos contratos de previdência complementar e de seguros de vida individual corresponde ao total dos benefícios de pecúlios e rendas vencidos e não pagos aos participantes e beneficiários calculados com base nos avisos recebidos em decorrência de eventos já ocorridos, incluindo atualização monetária. Para os contratos de seguros de vida individual com regime de repartição simples, a PBAR é ajustada com base em cálculos estatístico-atuariais. Tais cálculos se baseiam na estimativa final de sinistros já ocorridos e ainda não pagos (IBNP) e calculada com base em métodos estatísticos conhecidos como triângulos de run-off mensais, que consideram o desenvolvimento histórico dos pagamentos de sinistros para estabelecer uma projeção futura por período de ocorrência de sinistros. O desenvolvimento histórico observado é de 140 meses. Tomando-se a estimativa final de sinistros já ocorridos e ainda não pagos e subtraindo-se a estimativa final de sinistros ocorridos mas não avisados, obtém-se o valor estatístico de ajuste, que se refere ao desenvolvimento futuro dos sinistros já ocorridos, e que é proporcionalmente registrado parte como ajuste da PBAR e parte como ajuste de IBNR.

    (h) PROVISÃO DE SINISTROS OCORRIDOS MAS NÃO AVISADOS (IBNR)

    A IBNR (Incurred But Not Reported) é constituída para a cobertura dos sinistros ocorridos e ainda não avisados até a database das demonstrações financeiras e considera:

    (i) PROVISÃO DE SINISTROS OCORRIDOS MAS NÃO AVISADOS (IBNR) – JUDICIAL

    A IBNR referente às demandas judiciais é constituída para dar cobertura aos sinistros que, com base na experiência histórica, geram desembolsos financeiros na esfera judicial às controladas que operam com seguros, independente do fato desses sinistros terem sido negados com embasamento técnico por tais controladas, ou ainda, não terem sido avisados em função do segurado ou terceiro ter decidido entrar diretamente na justiça sem antes pleitear a indenização às mencionadas controladas.
    A IBNR relacionada a sinistros judiciais é constituída para os ramos de danos e de pessoas, com base em métodos matemáticos, considerando o histórico de pagamento de até 60 meses, que compreendem os:

    (j) PROVISÃO MATEMÁTICA DE BENEFICIOS A CONCEDER (PMBAC)

    A PMBAC é relativa aos contratos de previdência complementar e de seguros de vida individual no regime de capitalização e abrange os compromissos assumidos com os participantes/segurados enquanto não ocorrido o evento gerador do benefício. A PMBAC é calculada com base nas movimentações financeiras de cada participante. A alocação contábil no passivo circulante e não circulante tem como base o fluxo de caixa projetado de benefícios a pagar para os próximos exercícios, que considera premissas atuariais, tais como tábua de mortalidade, taxas de cancelamento e idade de entrada em aposentadoria.

    (k) PROVISÃO MATEMÁTICA DE BENEFÍCIOS CONCEDIDOS (PMBC)

    A PMBC é relativa aos contratos de previdência complementar, de saúde e de seguros de vida individual no regime de capitalização e corresponde ao valor dos benefícios cujo evento gerador tenha ocorrido e tenha sido avisado. A PMBC, relativa aos contratos de previdência complementar e de seguros de vida individual no regime de capitalização é calculada com base na expectativa de benefícios futuros, descontada para a database das demonstrações financeiras, dos participantes que já estão em fase de recebimento do benefício, estimada a partir das garantias contratadas de tábua de mortalidade e de juros. A PMBC para os ramos de saúde é constituída para a garantia dos benefícios de remissão de prêmios, concedidos aos beneficiários dependentes pelo prazo estabelecido em cada contrato, de até 5 anos, em função do falecimento do segurado titular. A provisão é calculada com base na estimativa de sinistros futuros dos beneficiários, descontada para a database das demonstrações financeiras.

    (l) PROVISÃO DE EXCEDENTES FINANCEIROS (PEF)

    A PEF é constituída para os contratos de previdência complementar que concedem aos participantes garantia mínima de rentabilidade e crédito de parcela dos rendimentos que excedem os juros e/ou a atualização monetária garantidos nos planos, conforme estabelecido em cada contrato.

    (m) PROVISÃO DE OSCILAÇÃO DE RISCOS (POR)

    A POR tem como objetivo reduzir o risco de eventuais oscilações no volume dos sinistros dos contratos de previdência complementar. A POR é calculada de forma estocástica, com base na experiência histórica das oscilações de sinistralidade, projetando-se 30.000 possíveis cenários de sinistralidade e observando-se a possível necessidade de provisão adicional para cada um dos cenários. A POR corresponde à soma de tais provisões adicionais necessárias para os 29.700 cenários mais prováveis, garantindo assim provisão suficiente para reduzir a probabilidade de ruína da carteira a 1%.

    (n) PROVISÃO PARA DESPESAS ADMINISTRATIVAS (PDA)

    A PDA é constituída para cobrir despesas decorrentes de pagamento de benefícios futuros em função de eventos ocorridos e a ocorrer para os contratos de previdência complementar. A PDA é contabilizada na rubrica “Provisões Técnicas – Seguros”, no passivo circulante e não circulante. A PDA é calculada com base nas despesas administrativas estimadas para os pagamentos de futuros benefícios descontadas para a database das demonstrações financeiras. Para isso, projeta-se o fluxo de pagamentos esperados, incluindo premissas de persistência média dos participantes na carteira, utilização da tábua de sobrevivência BR-EMS e de entrada em fase de concessão de benefícios.

    (o) PROVISÃO DE OSCILAÇÃO FINANCEIRA (POF)

    A POF é constituída para as operações de previdência complementar conhecidos como “Planos Tradicionais”. A POF é contabilizada, quando necessária, na rubrica “Provisões Técnicas - Seguros”, no passivo não circulante, e é calculada com o objetivo de dar cobertura a eventuais desvios futuros entre o índice de inflação estabelecido no contrato e a variação anual dos benefícios de aposentadoria pagos pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), conforme condições específicas de contrato coletivo mantido pela controlada Sul América Seguros de Pessoas e Previdência S.A. denomindada “SULASEG”. A metodologia considera a taxa de juros de acordo com a garantia mínima definida e cenários estocásticos de índices de inflação, dos quais 100 possíveis cenários econômicos são projetados. A POF é equivalente ao somatório de tais reservas adicionais para os 50 casos mais prováveis, garantindo assim uma reserva suficiente na melhor estimativa. No estudo, a POF só apresentou valor a partir do 87º percentil, garantindo a segurança da reserva.

    (p) PROVISÃO DE INSUFICIÊNCIA DE PRÊMIOS (PIP)

    A provisão visa cobrir possíveis insuficiências dos prêmios dos contratos em vigor ao arcar com os compromissos futuros assumidos nestes contratos.

    Em 31.12.2011, o resultado desta análise indicou que o valor contábil dos passivos era inferior aos fluxos de caixa futuros esperados somente nos contratos de seguros coletivos de pessoas.

    (q) PROVISÃO DE INSUFICIÊNCIA DE CONTRIBUIÇÕES (PIC)

    Para os contratos de previdência complementar, a PIC visa cobrir possíveis deficiências das provisões matemáticas de benefícios a conceder, de benefícios concedidos e da provisão de riscos não expirados em relação a estimativa atualizada dos valores a pagar, considerando os compromissos contratuais assumidos. Tais deficiências são apuradas através de cálculos que levam em consideração a projeção dos fluxos de recebimento de contribuições e de pagamento de benefícios e despesas associadas. Para a elaboração das projeções, são considerados pressupostos e premissas, sendo as mais importantes a mortalidade dos participantes, apurada com base na tábua de mortalidade BR-EMS Male, a persistência esperada dos participantes na carteira e a idade de entrada em aposentadoria. A PIC é constituída quando o saldo das provisões se mostra insuficiente para fazer frente ao valor do fluxo projetado esperado de entradas e saídas de recursos financeiros descontados a valor presente para a database do cálculo.

    (3.7) TESTE DE ADEQUAÇÃO DE PASSIVOS (LIABILITY ADEQUACY TEST – LAT)
    O CPC 11 requer que as seguradoras e operadoras emitentes de contratos classificados como contratos de seguro analisem a adequação dos passivos registrados em cada data de divulgação das demonstrações financeiras através de um teste mínimo de adequação. Esse teste deve ser realizado utilizando-se premissas atuariais atuais para os fluxos de caixa futuros de todos os contratos classificados como contratos de seguro. O teste de adequação dos passivos considerou todos os fluxos de caixa futuro das obrigações oriundas dos contratos e certificados vigentes na database, brutos de resseguro, e as premissas atuariais correntes até o final de vigência destas obrigações, sem considerar novos contratos e certificados. Os contratos com renovação automática têm seus fluxos de caixas considerados no teste somente até as respectivas datas da renovação destes contratos. Foram consideradas as provisões, despesas ligadas à operação e o custo de aquisição diferido. No caso dos sinistros judiciais, os fluxos de caixa futuros foram reajustados utilizando a projeção do IPCA somados aos juros de 0,78% a.m. Para os contratos de previdência, para estimativa de sobrevivência foi utilizada a tábua de mortalidade BR-EMS. Como despesas de manutenção foram consideradas as diretamente relacionadas com a operação. O resultado mensal do fluxo de caixa foi trazido a valor presente pela taxa livre de risco. Quando aplicável, deficiências são contabilizadas no resultado.

    (3.8) PROVISÕES PARA AÇÕES JUDICIAIS
    (3.9) BENEFÍCIOS PÓS-EMPREGO
    Os benefícios compreendem o Plano de Contribuição Definida, por intermédio do Plano Gerador de Benefícios Livres (PGBL), o Benefício de Renda Vitalícia e o Programa de Indenização para Executivos.

    Os custos com o PGBL são reconhecidos nos resultados pelo valor das contribuições efetuadas. Os compromissos com os benefícios de renda vitalícia e com o programa de indenização de executivos são provisionados pelo regime de competência, com base em cálculos efetuados por atuários internos, de acordo com o Método da Unidade de Crédito Projetada e outras premissas atuariais. Os ganhos e/ou perdas atuariais do Benefício de Renda Vitalícia e do Programa de Indenização para Executivos estão sendo amortizados pelo tempo médio remanescente de trabalho estimado para os empregados participantes do plano e o valor do reconhecimento dos ganhos ou das perdas atuariais corresponderá à parcela de ganho ou perda que exceder o maior entre 10% do valor presente da obrigação atuarial e 10% do valor justo dos ativos do plano.
    (3.10) PAGAMENTO COM BASE EM AÇÕES
    O valor justo da remuneração dos participantes do Plano Geral de Opção de Compra de Ações de Emissão da Companhia é reconhecido na data de outorga, na rubrica “Despesa Administrativa”, com um correspondente aumento no patrimônio líquido, na rubrica “Reserva de Capital” (vide nota 20.2, letra a), pelo período em que os beneficiários adquirem incondicionalmente o direito aos benefícios. O valor reconhecido como despesa administrativa é ajustado com base no modelo Black-Scholes para contabilizar as opções simples emitidas nos programas de 2008, 2009 e 2010 e com base no modelo binominal para as opções simples e bonificadas emitidas no programa de 2011, e assim refletir o número de ações para o qual existe a expectativa de que as condições do serviço e condições de aquisição não de mercado serão atendidas, de tal forma que o valor finalmente reconhecido como despesa seja baseado no número de ações que realmente atendem às condições do serviço e condições de aquisição não de mercado na data em que os direitos ao pagamento são adquiridos (vesting date). Para benefícios de pagamento baseados em ações com condição não adquirida (non-vested), o valor justo na data de outorga do pagamento baseado em ações é medido para refletir tais condições e não há modificação para diferenças entre os benefícios esperados e reais.

    (3.11) DIVIDENDOS
    Os dividendos são reconhecidos nas demonstrações financeiras quando de sua efetiva distribuição ou quando sua distribuição é aprovada pelos acionistas, o que ocorrer primeiro. O Conselho de Administração, ao aprovar as Demonstrações Financeiras anuais, apresenta a sua proposta de distribuição do resultado do exercício. O valor dos dividendos propostos pelo Conselho de Administração são refletidos em sub-contas no patrimônio líquido e apenas a parcela correspondente ao dividendo obrigatório é reconhecida como um passivo nas Demonstrações Financeiras anuais.

    (3.12) RESULTADO POR AÇÃO
    O resultado por ação é calculado com base no lucro líquido do exercício atribuível aos acionistas e considera a média ponderada da base de ações em circulação durante o período e as metodologias de cálculo denominadas: “básico” e “diluído”, como requer o CPC 41 – Resultado por Ação.

    O cálculo da média ponderada das ações ordinárias e preferenciais, considera:

    (3.13) INFORMAÇÕES POR SEGMENTO DE NEGÓCIOS
    A apresentação por segmentos de negócios (nota 24.1) leva em consideração a estrutura utilizada pela Administração na análise de resultado para a tomada das decisões, na composição e apresentação dos segmentos em relatórios internos com características, riscos e retornos semelhantes entre eles, e a relevância dessas informações. Os segmentos de negócios utilizados pela Administração são:

  • Saúde

  • O produto é dividido em “grupal” e “individual”. O grupal é o seguro saúde voltado para pequenas, médias e grandes empresas. Os produtos disponíveis possuem condições diferenciadas, atendendo o perfil de cada empresa.

    O individual atende ao pessoa física e possui características padronizadas.

  • Danos

  • O segmento “Danos” é formado pelos seguros de automóveis e os demais ramos elementares, denominados Riscos Industriais e Comerciais (RIC).

    O Seguro de Automóveis garante ao segurado indenizações pelos sinistros ocorridos decorrentes de eventos cobertos pela apólice. Os diversos tipos de indenizações, serviços e benefícios variam de acordo com o perfil do segurado e condições contratuais.

    Em Outros Ramos Elementares há os Riscos Industriais e Comerciais, formado pelos Seguros de Condomínios, Transportes , Seguros para Cascos Marítimos, Responsabilidade Cívil, Risco de Engenharia e Riscos Diversos.

  • Pessoas

  • O segmento “Pessoas” é formado pelos seguros de Vida e de Previdência.

    O seguro de Vida é composto por seguro de vida individual, grupal e acidentes pessoais individual e coletivo. O conjunto de coberturas definidos e os prêmios pagos variam de acordo com o perfil e o objetivo de cada segurado ou grupo de segurados.

    A previdência é um produto no qual o cliente escolhe um perfil que se identifique (moderado, agressivo e conservador) e faz seus aportes periódicos, com base no montante que deseja ter na aposentadoria. As formas de pagamentos dos benefícios são negociadas no momento da aposentadoria.

  • Outros

    Resultados da atividade de ASO (Assistência e Saúde Ocupacional) e de atividades financeiras (SAMI) e os alocados às unidades corporativas de apoio.
  • (3.14) DEMONSTRAÇÕES DO VALOR ADICIONADO
    As demonstrações de valor adicionado foram preparadas de acordo com o CPC 09 – Demonstração do Valor Adicionado e são parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas (que no IFRS representam informação financeira adicional) e individuais (que no BRGAAP são mandatórias para as companhias abertas).
    (3.15) CONTRATOS DE SEGURO
    O CPC 11 define as características que um contrato deve atender para ser definido como um “contrato de seguro”. A Administracao procedeu a análise de seus negócios para determinar que suas operações caracterizam-se como “contrato de seguro”. Nessa análise, foram considerados os preceitos contidos no CPC 11.
    (3.16) USO DE ESTIMATIVAS
    A preparação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as IFRS e os CPC requer que a Administração faça estimativas, julgamentos e premissas que afetam a aplicação das práticas contábeis e o registro dos ativos, passivos, receitas e despesas, bem como a divulgação de informações sobre dados das suas demonstrações financeiras. Os resultados finais dessas transações e informações, quando de sua efetiva realização em períodos subsequentes, podem diferir dessas estimativas. As principais estimativas relacionadas às demonstrações financeiras referem-se ao registro dos passivos relacionados a sinistros, ao prazo de diferimento de certos custos de aquisição, a probabilidade de êxito nas ações judiciais e ao valor do desembolso provável refletidos na provisão para ações judiciais e da apuração do valor justo dos instrumentos financeiros derivativos e demais saldos sujeitos a esta avaliação.

    Revisões contínuas são feitas sobre as estimativas e premissas e o reconhecimento contábil de efeitos que porventura surjam são efetuados no resultado do período em que as revisões ocorrem.

    Informações adicionais sobre as estimativas encontram-se nas seguintes notas:
    (3.17) CIRCULAR SUSEP Nº 424/11
    A SUSEP emitiu em 29 de abril de 2011 a Circular Nº 424, com alterações no plano de contas e no modelo de divulgação que impactaram a classificação de certas rubricas nas demonstrações financeiras. As demonstrações financeiras de 2010 foram reclassificadas para permitir a uniformidade entre os períodos comparativos apresentados e por isso divergem daquela publicada em 25.02.2011.

    As reclassificações apresentadas não tem impacto no resultado ou patrimônio líquido. Adicionalmente, a Administração julgou que os impactos das reclassificações no balanço patrimonial em 01.01.2010 não foram significativos para a compreensão destas demonstrações financeiras, não sendo necessária a apresentação do balanço patrimonial reclassificado para aquela data. A seguir, uma conciliação entre as demonstrações financeiras de 2010 publicadas em 25.02.2011 e a utilizada como comparativo, nestas demonstrações financeiras:

    31.12.2010
    ATIVO  Publicado  Reclassificação   Reclassificado
    Caixa e Equivalentes de Caixa e Aplicações Financeiras 7.560.950 -  7.560.950
    Créditos das Operações com Seguros, Resseguros e Previdência Complementar (a) 1.354.903  (399.019) 955.884
    Ativos de Resseguros - Provisões Técnicas (a) -  454.095 454.095
    Títulos e Créditos a Receber  2.533.670 - 2.533.670
    Ativos Mantidos para Venda e Outros Valores e Bens 47.795 -  47.795
    Despesas Antecipadas 29.969 -  29.969
    Custo de Aquisição Diferidos (a) 493.845 3.401  497.246
    Despesas de Resseguros e Retrocessões Diferidas (a)  83.991  (83.991)  -
    Investimentos, Imobilizado e Intangível 163.106 -  163.106
    TOTAL 12.268.229 (25.514) 12.242.715


    31.12.2010
    PASSIVO  Publicado  Reclassificação  Reclassificado
    Contas a Pagar, Outras Ações Judiciais, Outros Débitos e Débitos Diversos  2.470.053 10 2.470.063
    Débitos de Operações com Seguros, Resseguros e Previdência Complementar (a)  357.991  (15.980)  342.011
    Depósitos de Terceiros (a) 63.758  (9.440)  54.318
    Provisões Técnicas - Seguros e Previdência Complementar 6.484.570  (104)  6.484.466
    Patrimônio Líquido  2.891.857 -  2.891.857
    TOTAL 12.268.229 (25.514) 12.242.715
    (a) Refere-se basicamente a transferência das provisões de resseguro das rubricas “Créditos de Operações com Seguros e Resseguros” e “Despesas de Resseguros e Retrocessões Diferidas” para a nova rubrica “Ativos de Resseguro – Provisões Técnicas”, no ativo, e das comissões de resseguro para a rubrica “Débitos de Operações com Seguros e Resseguros”, no passivo.

    31.12.2010
    RESULTADO Publicado Reclassificação Reclassificado
    Operações de Seguros    
    Prêmios Retidos (b) 8.248.633 (155.039)  8.093.594
    Variações das Provisões Técnicas (b) (397.830)  168.723 (229.107)
    Prêmios Ganhos 7.850.803  13.684 7.864.487
    Rendas com Taxa de Gestão (b)  6.774 (6.774)  -
    Sinistros Ocorridos (5.562.909) -  (5.562.909)
    Despesas com Benefícios (b) (22.554) (761) (23.315)
    Custos de Aquisição (b) (927.670)  6.311 (921.359)
    Outras Receitas e Despesas Operacionais (330.060) -  (330.060)
    Operações de Previdência      
    Prêmios e Rendas de Contribuições Retidas (b)  214.326 155.039  369.365
    Variações das Provisões Técnicas (b)  (215.657)  (168.723)  (384.380)
    Rendas com Taxa de Gestão (b)  18.333 6.774 25.107
    Despesas com Benefícios e Resgates (b)  (5.765) 761 (5.004)
    Custos de Aquisição (b)  (6.397)  (6.311) (12.708)
    Outras Receitas e Despesas Operacionais (557) -  (557)
    Resultado com Operações de Assistência a Saúde, da Atividade Financeira, Despesas Administrativas e com Tributos  (826.061) - (826.061)
    Resultado Financeiro e Patrimonial  816.683 - 816.683
    Resultado Antes de Impostos e Participações 1.009.289   1.009.289
    Imposto de Renda e Contribuição Social  (353.414) - (353.414)
    Participações sobre o Resultado (42.974) -  (42.974)
    Lucro Líquido do Exercício 612.901 - 612.901
    (b) Refere-se a transferência de toda a operação do Vida Gerador de Benefício Livre – VGBL do grupo de “Seguros” para o grupo de “Previdência” (Contribuições, provisões técnicas, taxa e etc.).
    (3.18) NORMAS EMITIDAS E AINDA NÃO ADOTADAS
    Diversas normas, emendas a normas e interpretações IFRS, emitidas pelo IASB, ainda não entraram em vigor para o exercício encerrado em 31 de dezembro de 2011. O CPC ainda não emitiu pronunciamentos equivalentes aos IFRS citados a seguir, mas existe expectativa de que o faça antes da data requerida de sua entrada em vigor. A adoção antecipada destas normas pela SulAmérica está condicionada a aprovação prévia pela CVM.

    São as normas:

    (3.18.1) NORMAS REVISADAS
    (a)  IAS 1 – APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS (PRESENTATION OF FINANCIAL STATEMENTS)

    Em junho de 2011, foi finalizada a revisão da norma que tem o objetivo de reformular a apresentação de “Outros Resultados Abrangentes”.

    Essa revisão passará a vigorar em 01.07.2012

    (b)  IAS 12 – IMPOSTOS SOBRE RENDIMENTOS (INCOME TAXES)

    A alteração limitada no escopo do IAS 12, que teve início no projeto de convergência com o USGAAP, visa resolver problemas práticos desta norma sem alterar sua orientação fundamental ou a divergência em relação ao USGAAP.

    Essa norma passará a vigorar em 01.01.2012

    (c)   IAS 19 – BENEFÍCIOS A EMPREGADOS (EMPLOYEE BENEFITS)

    Em junho de 2011, foi finalizada a revisão da norma que foi focada basicamente em benefício pós-emprego.

    Essa revisão passará a vigorar em 01.01.2013

    (d)  IAS 28 – INVESTIMENTOS EM ASSOCIADAS (INVESTMENTS IN ASSOCIATES)

    Em maio de 2011, houve mais uma revisão desta norma para alinhamento a nova norma IFRS 11.

    Essa revisão passará a vigorar em 01.01.2013

    (3.18.2) NOVAS NORMAS
    (a)  IFRS 9 – INSTRUMENTOS FINANCEIROS (FINANCIAL INSTRUMENTS)

    Em outubro de 2010, a revisão da norma IFRS 9, contemplando instruções acerca de classificação e mensuração de passivos financeiros, foi emitida pelo IASB e a data de implementação obrigatória foi fixada para vigorar em 01.01.2013, no entanto, devido a alinhamentos necessários à fase II do IFRS 4 e aos projetos de impairment e hedge accounting (incluindo macro hedging), que colocam em dúvida se esta data é apropriada, o comitê do IASB deverá adiar a data de implantação obrigatória para 01.01.2015.

    (b)  IFRS 10 – DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS (CONSOLIDATED FINANCIAL STATEMENTS)

    Em maio de 2011 foi emitida a norma com o objetivo de estabelecer princípios para a preparação e apresentação de demonstrações financeiras consolidadas quando uma entidade controla uma ou mais entidades.

    Essa norma passará a vigorar em 01.01.2013.

    (c)   IFRS 11 – ACORDOS CONJUNTOS (JOINT ARRANGEMENTS)

    Em maio de 2011 foi emitida esta norma com o princípio de que uma das partes em um acordo conjunto determina o tipo de arranjo conjunto em que está envolvida, avaliando os seus direitos e obrigações e contas por esses direitos e obrigações de acordo com esse tipo de arranjo comum, sendo que um arranjo comum é definido quando duas ou mais partes possuem o controle em conjunto.

    Essa norma passará a vigorar em 01.01.2013.

    (d) IFRS 12 – DIVULGAÇÃO DE INTERESSES EM OUTRAS ENTIDADES (DISCLOSURE OF INTERESTS IN OTHER ENTITIES)

    Em maio de 2011 foi emitida esta norma com o objetivo de exigir divulgação que permita aos usuários de demonstrações financeiras avaliar a natureza e os riscos associados, seus interesses em outras entidades, os efeitos desses interesses em sua posição financeira, desempenho financeiro e fluxos de caixa. Este IFRS é obrigatório para uma entidade que tem interesse em subsidiárias, acordos conjuntos (operações conjuntas ou joint ventures), associados e entidades estruturadas não consolidadas.
    Essa norma passará a vigorar em 01.01.2013.

    (e) IFRS 13 – MENSURAÇÃO A VALOR JUSTO (FAIR VALUE MEASUREMENT)

    Em maio de 2011 foi emitida esta norma com o objetivo de definir “valor justo” em um IFRS específico onde divulgações sobre o valor justo são requeridas, de forma especializada.

    Essa norma passará a vigorar em 01.01.2013. Exceto quanto a IFRS 9, cujo impacto ainda está sendo avaliado, a SulAmérica analisou as novas normas e revisões e julga que não haverá impactos relevantes em suas demonstrações financeiras na adoção das normas acima mencionadas.

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